VivaFit estabelece parceria formativa, certificada pela DGERT, com o Centro de Formação da Clínica das Conchas

A Vivafit estabeleceu uma parceria formativa, certificada pela DGERT, com o Centro de Formação da Clínica das Conchas, uma unidade de saúde de actuação clínica, há 13 anos em Portugal, que colocou em prática o conceito de Medicina no Exercício (MexTM) interligando os Departamentos de Medicina, Exercício Físico e Fisioterapia dando a possibilidade de manutenção, reabilitação ou recuperação de saúde dos seus utentes. Este acordo de parceria foi assinado pelo Diretor Técnico da Vivafit, Ricardo Ribeiro e pelo Dr. Rodrigo Ruivo, Coordenador do Centro de Exercício da Clínica das Conchas, com o selo da DGERT, certifica todas as modalidades exclusivas Vivafit com atribuição de créditos para renovação do Título Profissional de TEF e DT. A Vivafit conta já com duas modalidades de treino exclusivas, “Burn it Women”, criada em Janeiro de 2017 e “SBarre Shape it”, criada em Julho de 2016. Ambas as modalidades com mais de 200 colaboradores formados. Ainda no decorrer deste mês de Setembro, a Vivafit irá iniciar novas formações, onde já serão atribuídos créditos ao abrigo do acordo assinado. No primeiro trimestre de 2018 será lançada uma nova modalidade “Flex it by SBarre”. A Vivafit, Multinacional de Franchising Portuguesa com 14 anos de existência, detentora de uma cadeia de ginásios especializados em treino feminino e com modalidades exclusivas, para além de 22 unidades em Portugal, está também presente em países como Portugal, Espanha, Índia, Uruguay, Oman, Singapura, Taiwan, Arábia Saudita, Paquistão e UAE (Abu Dhabi e Dubai) e tem como objectivo principal, oferecer confiança e resultados duradouros na consequência da conjugação perfeita de um método próprio de exercício físico e nutrição, sempre prestados por profissionais...

Curso de Formação Avançada – O Regime Jurídico do Empresário Desportivo em Portugal

No próximo dia 21 de Outubro decorre em Coimbra o Curso de Formação Avançada: “O Regime Jurídico do Empresário Desportivo em Portugal”, organizado pelo UNIFOJ – Observatório Permanente da Justiça do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e coordenado por  Artur Flamínio da Silva (Doutorado da FDUNL) e Daniela Mirante (Doutorada da FDUNL). No Desporto profissional é incontestável a existência de um terceiro elemento que, a par das partes, assume um papel de destaque: o empresário desportivo. Esta figura, apesar de sobejamente conhecida e reconhecida na prática profissional, apresenta-se como problemática no que respeita à sua natureza jurídica, bem como no que respeita ao regime aplicável à sua actividade. Em 1 de Abril de 2015 começou a ser aplicado, com efeitos imediatos, o Regulamento de Intermediários da Federação Portuguesa de Futebol, o qual  foi adoptado ao abrigo do disposto na alínea a), do nº 2 do artigo 41.º do Regime Jurídico das Federações Desportivas e no nº 2 do artigo 1º do Regulations on Working with Intermediaries da FIFA. Estando perante um regulamento administrativo, importa determinar se a transposição do mesmo para o ordenamento jurídico português foi operada de modo correto, bem como apurar as consequências da inserção do mesmo no nosso ordenamento. Contudo, o desporto profissional em Portugal, ao contrário do que se pensa, não é apenas o futebol. Neste sentido, esta poderá ser uma oportunidade para todos aqueles que, estando ligados a outras modalidades desportivas, queiram perceber e debater esta experiência, procurando assim obter respostas para o futuro das relações entre o empresário no domínio das suas modalidades desportivas. Assim, será determinada qual a natureza jurídica...

A Importância da Formação em Gestão na Indústria do Fitness – O Alicerce no Sucesso das Pessoas e das Organizações

A formação académica e profissional tem vindo a ser cada vez mais valorizada caraterizando a evolução das sociedades. As necessidades das pessoas e das organizações no que concerne às competências de gestão pessoal, operacional e estratégica, para responder às exigências correntes das organizações e antever ciclos de oscilações futuras estratégicas, faz com que cada vez mais a aposta seja obrigatoriamente no sentido da formação. Sem a formação adequada as pessoas dificilmente criam valor para as organizações e estas para o mercado. Sem a formação adequada as organizações sofrem de entropia, sistemas fechados, onde não estabelecem relações de troca com os stakeholders (clientes, fornecedores, estado, etc.) tornando-se ineficientes, fracas, inadaptadas, sem fator concorrencial acabando por “morrer” saindo do mercado. No seguimento, têm vindo a surgir no mercado uma vasta oferta formativa conferente de grau académico (licenciaturas, mestrados e doutoramentos) e não conferente de grau académico (especializações e pós-graduações). A indústria do fitness não é exceção, muito pelo contrário, é um setor em forte expansão estratégica e que a obrigatoriedade da formação base e contínua é um dos alicerces que motivou a forte regulamentação do setor. Focando-nos nas organizações de fitness, que para além das necessidades técnicas (instrutor, director técnico, professor de natação, etc.), têm necessidades de gestão de acordo com as leis de mercado e livre-concorrência, têm de ser geridas por pessoas e com pessoas com formação que extravasa e / ou complementa as competências técnicas dos profissionais de fitness. As organizações de fitness, que vão desde a mais pequena (por exemplo, 100 sócios) à maior (por exemplo, mais de 10 000 sócios), que vão desde o conceito mais tradicional...

De todos, para todos. A Associação que representa os Profissionais do Exercício Físico chegou.

«De todos, para todos. A Associação que representa os Profissionais do Exercício Físico chegou, com a clara intenção de unir os Profissionais do Exercício em torno de uma identidade sólida, credível para a sociedade atual e cada vez mais competente.», afirma João Rego, Presidente da Associação Portuguesa de Técnicos de Exercício Físico. Quem é o Técnico de Exercício Físico (TEF)? O Técnico de Exercício Físico é todo aquele que possui qualificação legal para utilizar o exercício físico como motivo, meio e instrumento de atuação profissional. Entre outros desígnios de Técnico de Exercício Físico podemos considerar: treinador pessoal (Personal Trainer); fisiologista do exercício; preparador físico; professor de exercício físico; especialista em exercício físico; especialista em exercício clinico; instrutores de sala de exercício; instrutores de aulas de grupo em contexto de sala de exercício ou piscina; e diretores técnicos de clube. Sobre a Associação Portuguesa de Técnicos de Exercício Físico (APTEF) A APTEF é uma associação de profissionais, sem fins lucrativos, dedicada a promover os profissionais e as profissões na área do Exercício Físico. Criada no início de 2017, a APTEF nasce com o intuito de preencher o vazio existente na defesa dos interesses e direitos dos profissionais de Exercício Físico. Fundada por um grupo de profissionais que constituem inicialmente os órgãos sociais, a sua composição nasce da necessidade da APTEF ser, desde o primeiro dia, eclética, integradora e representativa. Objetivos da APTEF A APTEF de forma a cumprir a sua missão de promoção dos profissionais e profissões na área do Exercício Físico tem três objetivos primários: Criação de uma identidade profissional; Credibilização da profissão; União de todos os profissionais. 1. Identidade profissional Reformular os Estatutos da profissão constantes no Decreto Lei no39/2012, de 28 de Agosto: Alteração do termo “manutenção da...

Porque razão deve oferecer programas de treino de 30 minutos no seu clube

A primeira desculpa para as pessoas deixarem de fazer exercício é a falta de tempo. O que não deixa de ser curioso, pois todos os avanços tecnológicos prometem ajudar-nos a libertar tempo e, em vez disso, parece que estamos a perdê-lo cada vez mais. Os seus membros mais fiéis percebem que têm que ter tempo para fazer exercício. No entanto, a maior parte das pessoas está disposta a retirar rapidamente a atividade física da sua vida, para cumprir uma outra obrigação. Enquanto empresários e gestores, não podemos aceitar isso. Envolvemo-nos neste negócio para ajudarmos os outros a alcançarem um nível mais elevado de aptidão física. Portanto, em vez de aceitarmos simplesmente a ideia de que as pessoas vão desistir, precisamos de encontrar uma solução para o problema de não haver tempo suficiente. A solução é reduzir a duração dos tempos de treino e oferecer treinos de 30 minutos. As pessoas que estão dispostas a cancelar imediatamente uma inscrição devido ao tempo, são provavelmente da opinião de que o exercício tem que ser uma atividade longa e intensa. Em muitos casos, isto pode ser verdade, já que a maioria das aulas demora mais de uma hora. Embora isso possa ser bom para alguns, certamente não se aplica a todos. Uma aula com a duração de 30 minutos é perfeita para pessoas com uma agenda ocupada e irá ajudar a aliviar o stress de ter que encaixar um treino. Se está preocupado com o facto de os clientes não obterem em 30 minutos os mesmos resultados que obtêm em 60, não esteja. Provavelmente, irá verificar que terá mais histórias de sucesso,...