Porque razão deve oferecer programas de treino de 30 minutos no seu clube

A primeira desculpa para as pessoas deixarem de fazer exercício é a falta de tempo. O que não deixa de ser curioso, pois todos os avanços tecnológicos prometem ajudar-nos a libertar tempo e, em vez disso, parece que estamos a perdê-lo cada vez mais.

Os seus membros mais fiéis percebem que têm que ter tempo para fazer exercício. No entanto, a maior parte das pessoas está disposta a retirar rapidamente a atividade física da sua vida, para cumprir uma outra obrigação. Enquanto empresários e gestores, não podemos aceitar isso. Envolvemo-nos neste negócio para ajudarmos os outros a alcançarem um nível mais elevado de aptidão física. Portanto, em vez de aceitarmos simplesmente a ideia de que as pessoas vão desistir, precisamos de encontrar uma solução para o problema de não haver tempo suficiente.

30min_workoutsA solução é reduzir a duração dos tempos de treino e oferecer treinos de 30 minutos. As pessoas que estão dispostas a cancelar imediatamente uma inscrição devido ao tempo, são provavelmente da opinião de que o exercício tem que ser uma atividade longa e intensa. Em muitos casos, isto pode ser verdade, já que a maioria das aulas demora mais de uma hora. Embora isso possa ser bom para alguns, certamente não se aplica a todos.

Uma aula com a duração de 30 minutos é perfeita para pessoas com uma agenda ocupada e irá ajudar a aliviar o stress de ter que encaixar um treino.

Se está preocupado com o facto de os clientes não obterem em 30 minutos os mesmos resultados que obtêm em 60, não esteja. Provavelmente, irá verificar que terá mais histórias de sucesso, porque as pessoas irão esforçar-se ao máximo nesses 30 minutos, em vez de se arrastarem de modo a aguentarem uma aula de 60 minutos.

Tenhamos também em consideração a era em que vivemos. Temos acesso à informação numa questão de segundos. Podemos encomendar um produto on-line e recebê-lo em nossa casa, através de um drone, numa questão de horas (algo com que todos sonhávamos na infância). Podemos encomendar música on-line e tê-la instantaneamente. Habituámo-nos a esperar velocidade e eficiência em praticamente todos os aspetos da nossa vida. É natural que isto também acabe por se aplicar à atividade física. O consumidor quer o que quer e quer isso o mais rapidamente possível.

Começamos a observar uma mudança na forma como os ginásios operam. Muitos ginásios “big-box” já começaram a implementar estas aulas mais curtas, oferecendo treinos de 30 minutos, assim como os ginásios boutique. Se não se adaptar a esta mudança, o cenário poderá ser a extinsão do seu clube.

Fonte: clubsolutionsmagazine.com

O treino virtual irá substituir as infraestruturas de fitness?

Uber, Airbnb, Amazon, Netflix… Ao longo dos últimos anos, as empresas de tecnologia mudaram a forma de ver as coisas, fazendo com que os concorrentes da “velha escola” conseguissem manter-se relevantes e prosperar, ou conceder derrotas e fechar a loja. À medida que a internet oferece aos clientes acesso a um treino “pessoal”, muitas vezes mediante um custo mais baixo do que teriam para trabalhar pessoalmente com um profissional qualificado, o setor do fitness não é imune a este choque.

virtual_fitnessEnquanto o espaço online é uma bênção para os formadores que procuram estender o seu alcance e oferecer serviços com despesas mínimas – um pouco de conhecimento tecnológico e acesso à internet podem ser tudo o que é necessário – as instalações de fitness e o staff de treino pessoal podem sentir o golpe. Os proprietários e gestores de ginásios observaram um aumento nos membros que trabalham com o auxílio de tablets em vez de treinadores, levantando preocupações com segurança, controlo de qualidade e finanças.

Neste artigo, os especialistas em espaços físicos e no mundo virtual partilham as suas experiências e opiniões sobre essa tendência emergente.

Segurança e Garantia de Qualidade

- Peg Hamlett, PhD, diretora de fitness e bem-estar da Universidade de Idaho, testemunhou praticantes de treino virtual a praticar no chão da academia.

“É óbvio quando alguém está a usar o Skype, FaceTime ou outra ferramenta de conferência através da internet”, diz ela. “O tablet ou o telefone estão configurados para que o utilizador possa ver e ser visto, e a interação é diferente de uma chamada telefónica ou a que acontece quando alguém está simplesmente a ver ou a ler algo”.

Ela diz que esse tipo de treino é muitas vezes perturbador para os outros – especialmente se for realizado ao vivo – porque esses praticantes tendem a falar alto para que o treinador online possa ouvi-los. Embora isso seja um incómodo, não é a sua principal preocupação.

“A nossa maior preocupação é a segurança”, diz Hamlett. Nós não conhecemos as qualificações dos treinadores nem sabemos se o treino é apropriado ao historial de saúde (dos membros) ou aptidão física atual.

Toda a equipa de treino de Hamlett tem que possuir certificações atualizadas e participar regularmente em oportunidades de formação continuada para manter o mais alto nível de habilitações e conhecimento. De certa forma, ela sente que o uso de treinadores virtuais dilui a qualidade do serviço que ela pretende manter dentro das suas instalações.

- Albert Isordia, proprietário da empresa “caseira” de treino Cyber Gym, concorda que há preocupações de segurança, mas acredita que não é apenas o treino on-line que é culpado.

“Por cada pessoa que tenta seguir um treino HIIT num iPad, há pelo menos mais de cem a tentar decifrar um artigo sobre nádegas e barriga na Women’s Health ou outra revista”, diz o treinador, situado em San Carlos, Califórnia. “Vejo pessoas no ginásio a tentar reproduzir as rotinas de fitness que veem no YouTube, nalgum canal de CrossFit®”.

Mas um risco não deixa de ser um risco, e as preocupações de Hamlett com a segurança dos seus membros são válidas. Muitos instrutores altamente qualificados têm sucesso a trabalhar com clientes à distância, mas muitos outros tentam fazê-lo tendo pouca formação e experiência. Hamlett e Isordia, tal como os outros especialistas entrevistados para este artigo, concordam que o treino online continuará a difundir-se pelo setor. Portanto, a questão mantém-se: Pode ser feita alguma coisa para melhorar os níveis de segurança dos indivíduos que optam por tirar partido da formação virtual?

- Justin Powell, gestor de fitness e treinador pessoal no La Jolla Sports Club, em La Jolla, Califórnia, sugere que a gestão deve reforçar o processo de orientação para ajudar os novos membros a entender melhor os riscos envolvidos no treino online.

“Para mim, não há nada que possamos fazer atualmente para ajudar a oferecer controlo de qualidade para os nossos membros para além de disponibilizar-lhes informações no sentido de poderem distinguir entre aquilo que é bom ou mau”, afirmou.

- “Certifica-te de que eles recebem uma avaliação física e uma sessão de treino completas quando se tornam membros”, diz Nicco Zenere, treinador pessoal e dono da empresa de treino online e móvel BRAVE Lifestyle.

Zenere, que costumava trabalhar no centro de fitness The Biggest Loser Resort, em Chicago, acredita que isto oferece às instalações de fitness e aos treinadores pessoais uma grande oportunidade para ajudar os membros a perceber os variados benefícios da orientação pessoal.

Finanças

Trabalhar com um treinador online geralmente custa menos do que trabalhar com um treinador pessoalmente, o que pode tornar a via online muito mais atrativa para os clientes mais preocupados com o seu orçamento. Mas existe uma desvantagem face à capacidade de um ginásio oferecer serviços e equipamentos de alto nível.

“Fazemos questão de pagar um salário competitivo aos nossos treinadores”, diz Hamlett. Nós também inspecionamos diariamente o nosso equipamento, e substituímo-lo ou reparamo-lo continuamente para proporcionarmos uma instalação segura, limpa e atualizada, o que custa dinheiro. Quando os participantes trazem outros treinadores, ficamos a perder e temos de descobrir outras formas de manter o elevado nível das nossas instalações.

A maioria das instalações de fitness proíbe os treinadores externos de trabalhar com clientes, ou exigem o pagamento de uma taxa de utilização do espaço. Hamlett questiona se não poderá ser possível ter uma abordagem semelhante relativamente aos treinos online.

Fonte - www.ideafit.com

10º Encontro Nacional da AGAP, no Centro de Congressos do Lagoas Park, em Porto Salvo

O 10º Encontro Nacional da AGAP, realiza-se já nos próximos dias 29 e 30 de Setembro.

A AGAP (Associação de Empresas de Ginásios e Academias de Portugal) realiza anualmente o seu Encontro Nacional, onde se reúnem centenas de empresários, técnicos de exercício físico, distintos convidados do panorama desportivo e associativo, entre outros stakeholders.

10en_agapEste ano a AGAP celebra a 10ª edição no Centro de Congressos do Lagoas Park, em Porto Salvo nos dias 29 e 30 de setembro. O mote é a “Generalização da prática do exercício físico – um desafio para a década” pois os níveis de inatividade e obesidade são alarmantes e têm vindo a agravar-se ano-após-ano. Trata-se de uma questão de saúde pública, onde o exercício assume um papel central na melhoria da qualidade de vida. É urgente ter mais pessoas, mais ativas, mais vezes.

A indústria europeia tem o objetivo de atingir 80 milhões de membros até 2025. Em Portugal, a AGAP juntamente com os vários agentes do mercado, atuais e novos, têm uma enorme responsabilidade em fornecer caminhos e soluções para que esta meta seja alcançada de modo a que o sector consiga, finalmente, atingir uma penetração de mercado mais próxima da média europeia, com melhores níveis de participação e fidelização.

Mais informações em – www.agap.pt

Fitness Hut abre em Matosinhos, e conta com o seu 27º clube em Portugal

No dia 1 de Setembro o Fitness Hut abriu mais um Clube, desta vez em Matosinhos, contando já com o seu 27º Clube.

O Fitness Hut Matosinhos tem quase 2.000 m2, um ginásio com 620 m2 equipado com máquinas cardiovasculares, de resistência, musculação, treino funcional, combate, sprint e stretch.

fitness_hutDispõe também das pioneiras aulas virtuais, e de aulas com instrutores, nos 3 estúdios. Sendo que:

- um tem um design vanguardista, enriquecido com um painel de luzes cromáticas;
- o segundo estúdio é dedicado ao spinning com projecções estimulantes;
- e o terceiro estúdio é aberto com relvado sintético.

Oferece ainda wi-fi grátis no clube para que possa usufruir dos seus gadgets e aplicações dinâmicas:

- a app myHUT, onde realiza, à distância de um clique, a marcação das suas aulas preferidas;
- e a app HUT Training que optimiza o seu treino com mais de 1500 exercícios.

Ao som de um DJ set, com grande variedade de aulas e preços únicos, a partir de 4,40€ por semana, já não há desculpa para não treinar antes, depois ou até pelo meio de um dia de trabalho!

A cadeia de fitness clubs “premium low-cost” Fitness Hut nasce em Portugal em 2011, do know how de três fundadores: Nick Coutts, André Groen e Júlio Pedro Carvalho; com o intuito de oferecer aos seus sócios o primeiro ginásio que aposta no que verdadeiramente utilizam, ao preço justo. Atualmente, a rede tem 27 clubes abertos. Novas moradas surgirão, mas ainda neste ano terão mais três novos clubes: Alverca, Antas e Maia com previsão para o 4º trimestre de 2017 e para o ano Leiria (abertura no 1º trimestre).

Mais informações em – www.fitnesshut.pt

Treinador dos “anjos” da Victoria Secret vai dar aula em Portugal

O treinador pessoal Dan Roberts, que já criou um programa de fitness para os “anjos” da Victoria Secret, vai estar em Portugal para cinco dias de treino em intensidade máximo no The Oitavos.

dan_robersDan Roberts é um personal trainer conhecido por ter ajudado várias celebridades a conseguir chegar à forma ideal. Por exemplo, foi ele o autor de um treino especial para as modelos da Victoria Secret, em 2014. O “segredo” é o Methodology X, um programa de fitness para fazer em três semanas e a base de uma empresa criada à sua volta, que opera a partir de Londres. E, como se sabe, de Londres a Lisboa é um “saltinho”.

Em Setembro, mais precisamente no hotel The Oitavos, Dan Roberts vai mostrar as potencialidades do seu programa de fitness a um grupo restrito de hóspedes. Contudo, não será o Methodology X que vai ser demonstrado em Cascais. Entre 14 e 17 de Setembro, será o Programa T, criado em específico para estes dias, que vai por toda a gente a mexer.

Para ser um dos participantes no The Oitavos Wellness Program with Dan Roberts é preciso reservar quarto no hotel durante três noites e desembolsar, pelo menos, 1795 euros (quarto duplo a 2205 euros). Isto garante acesso a treinos de fitness com Dan Roberts, pequeno-almoço e almoço na Sexta-Feira, Sábado e Domingo, jantar na Sexta-Feira com bebidas e duas massagens de uma hora. Quem vier de fora, tem ainda transfers de e para o Aeroporto de Lisboa gratuitos. O The Oitavos vai ainda disponibilizar bicicletas e buggies na zona do hotel para as deslocações curtas dos hóspedes.

O Programa T é uma «experiência holística de fitness e bem-estar» criado para «utilizar o terreno desafiador da zona, ensinar novas estratégias e optimizar o treino». Durante o treino, os hóspedes vão usar kettlebells, fazer circuitos de HIIT (treino de alta intensidade) e praticar boxe, corrida e ciclismo. O Programa T vai ainda incluir momentos de lazer, como uma visita ao Cabo da Roca, onde os participantes vão fazer uma caminhada.

Fonte – trendy.pt

Mais informações em: oitavoswellness.com

 

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